TJ-SP investiga ex-prefeito Lucas Pocay por suspeitas envolvendo contrato milionário da Educação em Ourinhos
Matéria publicada originalmente pelo portal Passando a Régua aponta investigação sobre possíveis irregularidades em contrato de R$ 27,8 milhões firmado com organização responsável pela gestão operacional da Educação Infantil.
O jornal Ourinhos.Online repercute informações divulgadas originalmente pelo portal Passando a Régua sobre a investigação que envolve o ex-prefeito de Ourinhos, Lucas Pocay Alves da Silva, em um contrato milionário da área da Educação Infantil.
Segundo a publicação, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) recebeu um inquérito que apura possíveis irregularidades relacionadas ao Termo de Colaboração nº 15/2024, firmado entre a Prefeitura de Ourinhos e o Instituto de Gestão Educacional e Valorização do Ensino (IGEVE).
O contrato, assinado durante a gestão Pocay, previa repasses de aproximadamente R$ 27,8 milhões para atuação em 31 unidades da rede municipal de Educação Infantil, atendendo cerca de 4 mil alunos.
De acordo com as investigações, são apuradas suspeitas de pagamentos indevidos, falhas na fiscalização contratual, prestação parcial ou inexistente de serviços, além de possível desvio de materiais adquiridos com recursos públicos.
A Polícia Civil instaurou inquérito em março de 2026 para investigar possíveis crimes como peculato, corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, fraude em licitação e eventual organização criminosa.
O procedimento foi encaminhado ao TJ-SP após autoridades entenderem que os fatos poderiam envolver decisões administrativas atribuídas ao então chefe do Executivo municipal. O caso tramita na 13ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal.
Apesar das suspeitas investigadas, o caso ainda está em fase de apuração e não há condenação judicial. O inquérito busca reunir elementos sobre eventual responsabilidade dos envolvidos.
Após a publicação da reportagem original, Lucas Pocay negou irregularidades e criticou a matéria divulgada pelo portal Passando a Régua. O IGEVE não havia se manifestado até o fechamento da reportagem original.
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